Viciada em telefone?

Saiba que o uso excessivo de celulares pode causar problemas de saúde e complicações na vida social.

O uso de dos telefones chamados smartphones é cada vez mais comum e pesquisas mostram que, em média, uma pessoa olha 150 vezes para o aparelho ao longo do dia. O jornal Daily Mail publicou sete prejuízos que o exagero no uso do telefone pode causar, entre problemas de saúde e até na vida social.

 

Papada: O uso excessivo do telefone pode mudar os contornos do rosto, causando flacidez na região inferior da face. Com o passar dos anos, a pele perde elasticidade e, passar horas forçando o pescoço para frente, aumenta as chances de criar papada.


Danos aos olhos: Focar a visão em um objeto pequeno por muito tempo pode deixar os olhos ressecados, o que pode causar inflamações e infecções. Se o hábito de manusear smartphones começa já na infância, os danos podem ser iniciados ainda mais cedo.


Prejudicar a coluna: O uso dos celulares está mudando a postura. A tendência é a de pender o pescoço para frente para ler algo no smartphone ou tablet. Essa postura comprime os nervos que elevam a cabeça e causam dores de cabeça e a sensação de cansaço e rigidez na região.


Acne: A tela dos smartphones esquenta em contato com a pele e pesquisas já mostraram que carrega 18 vezes mais germes do que um banheiro masculino.


Danos à audição: É comum colocar fones nos ouvidos para escutar música ou mesmo para conversar com alguém. Mas o fato é que muitos aparelhos não encaixam perfeitamente na orelha, fazendo com que o volume seja aumentado. Isso causa danos à audição a longo prazo.

 

Atrapalhar o sono: Manter aparelhos eletrônicos ao lado da cama tende a atrapalhar o sono. As luzes que ficam acesas interferem na produção de hormônios que ajudam a dormir, como a melatonina. Desligar o celular ou mantê-lo fora do quarto é recomendado.

 

Atrapalhar relacionamentos: Smartphones foram feitos para facilitar a comunicação, mas podem ter efeito contrário. É comum não dar a devida atenção a pessoas que estão fisicamente presentes e pesquisas mostram que quanto mais engajada é uma pessoa nas redes sociais, menos contato mantém com a família.


» Procure sempre um profissional de saúde para obter orientação especializada.


Créditos: Conteúdo publicado no site do Terra/Saúde.

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