Por acaso já você sentiu dor na lombar hoje?

Confira dicas para evitá-la.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% de todo mundo sente ou já sentiu dores na região. A manifestação é chamada de lombalgia e, na verdade, é um sintoma e não uma doença.

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a dor na lombar é um indício de que existe algum outro problema, podendo ser mais grave, pontual ou crônico. Ela pode estar associada a “artrose nas facetas articulares, disco intervertebral, compressão nervosa da estrutura ou pode ser um somatório de problemas que levam à lombalgia”, explica o ortopedista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Alexandre Penna.

Já que se trata de um sintoma e não de uma patologia, o primeiro passo é identificar o porquê de sentir a dor. “Entendendo o diagnóstico, conseguimos tratar da forma correta. Se for uma fratura por osteoporose existe um tratamento específico”, exemplifica Penna.

A dor na lombar é considerada um problema de saúde pública em todo o mundo, sendo a principal causa de incapacidade, de acordo com estimativas de uma revisão sistemática com 165 estudos de 54 países.

Esse é um dos motivos da importância de fortalecer o core e a musculatura paravertebral, que se localiza junto da coluna vertebral. Segundo o ortopedista, “é preciso manter essa região firme, pois o músculo enrijecido protege a articulação das vértebras, prevenindo lesões”.

Na maioria das vezes, o quadro acontece em pessoas sedentárias ou com mais de 60 anos e normalmente está relacionado a erros de postura, obesidade e perda de massa muscular. Por isso se faz necessário adotar bons hábitos, como sugere o especialista.

Dicas para evitar dor na lombar:

- Pratique atividade física regularmente;

- Fortaleça a musculatura do core;

- Evite ficar muito tempo na mesma posição;

- Alongue-se constantemente;

- Respeite a força e o ritmo do seu corpo. Não exagere no peso que usa na musculação;

- Procure fazer movimentos conscientes. Caso precise abaixar para pegar algum objeto do chão, faça-o lentamente, usando a força das pernas e do abdômen.


Créditos: Com informações do Instituto Mongeral Aegon

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